Plano de governo · Construção coletiva
Um plano feito com o povo, não de gabinete.
Do chão do bairro ao comando de empresas, sempre do mesmo lado. Este é o plano de governo da Nega Rô, uma versão viva, melhorada a cada semana, para um mandato de verdade participativo. Sua sugestão entra aqui dentro.
Este plano ainda está sendo escrito, e você segura a caneta.
Governo bom não nasce pronto num gabinete. Nasce da escuta. Por isso o plano da Nega Rô está em melhoria constante: cada bairro, cada mãe, cada empreendedora e cada família tem algo a acrescentar. Envie sua sugestão e ela vai direto para a base de construção do plano.
Você sugere
Conta o que falta no seu bairro e o que precisa melhorar. Sem burocracia.
A equipe analisa
Cada envio é lido e organizado por eixo do plano de governo.
Vira proposta
As melhores ideias entram na versão viva do plano e no mandato.
O que organiza tudo
5 bandeiras, 11 programas.
O que já está no plano.
O Paraná que faz: propostas concretas, viáveis e nascidas da vida real da Nega Rô. Toque em cada frente para ler a proposta completa.
01Casa do AmanhecerMelhor idade · 60+Centro-dia para o idoso: cuidado, saúde e convívio o dia todo, e ele volta pra casa toda noite. Não é asilo, é um clube de dia.
O problema
A filha que trabalha fora liga três vezes por dia para saber se a mãe almoçou. A família que prometeu nunca colocar o pai num asilo e hoje não vê alternativa. Entre abandonar o emprego e abandonar o pai, hoje não existe meio-termo.
A proposta
- Centro-dia: o idoso passa o dia acompanhado, com atividade, alimentação e cuidado de saúde
- Volta para casa toda noite, a família continua sendo família
- Alívio real para a filha ou o filho que cuida e precisa trabalhar
- Convívio e propósito, que é o que segura a saúde de quem envelhece
Quem ganha com isso: Idosos e, sobretudo, filhas cuidadoras de 35 a 55 anos que trabalham fora.
Tenho uma sugestão para este eixo →02Ofício MaiorMelhor idade · TrabalhoDécadas de experiência de volta ao mercado, com dignidade, renda e propósito. Recomeçar não tem idade.
O problema
Ele acorda às seis da manhã por hábito de uma vida inteira e não tem para onde ir. O currículo dela é bom demais para o mercado que só olha a data de nascimento. Depois dos 50, a pergunta que trava tudo é: será que já é tarde?
A proposta
- Qualificação e recolocação de trabalhadores 60+
- Aproveitamento de quem tem ofício para formar quem está começando
- Renda, convívio e propósito para quem ainda quer produzir
- Combate ao descarte de trabalhador por idade
Quem ganha com isso: População 60+ que quer e precisa voltar ao trabalho.
Tenho uma sugestão para este eixo →03Voucher-Creche PRPrimeira infânciaVaga de creche garantida para a mãe trabalhar tranquila, educação e proteção na primeira infância.
O problema
Ela colocou o nome do filho na lista quando ainda estava grávida. Pediu demissão porque não tinha com quem deixar. A avó que já criou os seus está criando os netos para a filha poder trabalhar. Sem creche, a mulher não trabalha; sem trabalhar, ela não decide a própria vida.
A proposta
- Creche Já Paraná: ampliação de vagas onde a fila é maior
- Voucher-Creche: a mãe escolhe onde deixar o filho, com segurança e fiscalização
- Auxílio-creche na alta temporada para trabalhadoras do turismo
- Creche com Fé: parceria com comunidades que já acolhem crianças
Quem ganha com isso: Mães que precisam trabalhar e avós cuidadoras.
Tenho uma sugestão para este eixo →04Mulher que FazEconomia femininaMicrocrédito, mentoria, marketplace e coworking para a mulher empreender. Economia feminina de verdade.
O problema
Ela tinha o negócio pronto e faltou pouco dinheiro para começar. O banco disse não. Ela vende no grupo de WhatsApp, atende cliente na mesa da cozinha e ainda ouve em casa que aquilo não é trabalho de verdade.
A proposta
- Fundo de Garantia Microempreendedora, o Estado como avalista de quem o banco recusa
- Microcrédito feminino com condições que cabem em quem está começando
- Mentoria: método, preço, gestão e venda, não só motivação
- Marketplace feminino paranaense e coworking subsidiado
- Igualdade salarial entre homens e mulheres
Quem ganha com isso: Microempreendedoras, autônomas e mulheres com crédito negado no banco.
Tenho uma sugestão para este eixo →05Turismo que gera rendaO Paraná como destinoO ouro bruto do turismo do PR virando emprego e renda: Foz, litoral, rural, enoturismo e a Rota Gospel.
O problema
O Paraná tem Foz, tem litoral, tem campo, tem vinho e tem fé, e mesmo assim o vizinho leva a fama e o emprego. Falta gestão, falta estrutura e falta colocar no mapa a cidade pequena que ninguém conhece.
A proposta
- Crédito e estrutura para o setor que emprega quem não tem diploma
- Roteiros regionais: litoral, turismo rural, enoturismo e Rota Gospel
- Corredores de segurança e certificação para quem recebe o turista
- Qualificação de camareira, garçom, recepcionista e guia
Quem ganha com isso: Trabalhadores do turismo e cidades pequenas que hoje ficam fora do mapa.
Tenho uma sugestão para este eixo →06Destrava PRGoverno digitalGoverno 100% digital, licenciamento único e um Estado que educa em vez de multar.
O problema
A papelada que fez você chorar na fila. O carimbo que faltou. O 'volte amanhã'. E a multa que chegou antes de qualquer aviso, punindo quem nem sabia que estava errado.
A proposta
- Governo digital: resolver pelo celular, sem fila e sem carimbo
- Licenciamento único, com prazo e resposta
- Estado que orienta e educa antes de multar
- Menos burocracia para o comércio de bairro e para quem produz
Quem ganha com isso: Quem produz, empreende e sustenta o comércio de bairro.
Tenho uma sugestão para este eixo →07Fé que ServeFé & ação socialParceria com igrejas e comunidades no acolhimento de dependentes, mulheres em crise e famílias.
O problema
A oração feita escondido, no desespero. A igreja do bairro que sustenta famílias fazendo o que o Estado não faz. O filho que voltou para casa e precisa de um lugar para recomeçar.
A proposta
- Igrejas Fazendo Diferença: parceria estruturada com quem já acolhe
- Apoio a comunidades terapêuticas
- Projeto Mulher em Recuperação, vagas de tratamento para mulheres
- Acolhimento de mulheres em situação de crise
Quem ganha com isso: Comunidades de fé, pessoas em recuperação e mulheres em situação de crise.
Tenho uma sugestão para este eixo →08Saúde & PrevençãoTema transversalPrevenção em primeiro lugar: rastreamento de câncer, saúde mental e farmácia que chega em casa.
O problema
O exame que você está adiando por medo do resultado. A consulta que demora e o diagnóstico que chega tarde, quando o barato já saiu caro para a família e para o Estado.
A proposta
- Rastreamento e diagnóstico precoce do câncer, com mamógrafo móvel
- Saúde da mulher como prioridade permanente
- Saúde mental na rede pública
- Medicamento que chega em quem tem dificuldade de sair de casa
Quem ganha com isso: Mulheres, idosos e famílias que dependem da rede pública.
Tenho uma sugestão para este eixo →09Educação & QualificaçãoTema transversalEducação técnica ligada ao mercado e bibliotecas como pontos de cultura e estudo.
O problema
Jovem formado sem saber para onde ir e vaga aberta sem ninguém qualificado para ocupar. Falta a ponte entre quem estuda e quem contrata.
A proposta
- Educação técnica desenhada junto com quem emprega
- Qualificação profissional no bairro, perto de quem precisa
- Bibliotecas como pontos de cultura, estudo e acesso digital
- Educação empreendedora desde cedo
Quem ganha com isso: Jovens, trabalhadores em transição e empresas do Paraná.
Tenho uma sugestão para este eixo →10Segurança InteligenteTema transversalPoliciamento preventivo e proteção da mulher, ouvindo quem está na ponta para poder fazer.
O problema
O medo de voltar do trabalho no escuro. A mulher que já denunciou e continua sendo ameaçada. O comerciante que fecha mais cedo porque a rua esvaziou.
A proposta
- Policiamento preventivo, com presença onde o bairro pede
- Proteção efetiva da mulher em situação de violência
- Escuta permanente de quem está na ponta antes de legislar
- Segurança para quem trabalha, empreende e circula
Quem ganha com isso: Mulheres, comerciantes e famílias dos bairros.
Tenho uma sugestão para este eixo →11Autismo & InclusãoFamílias atípicasAutismo não precisa de pena, precisa de política pública e orçamento: tratamento num lugar só, embarque sem multa, respiro pra quem cuida e moradia pra o depois de nós.
O problema
A mãe que largou o emprego porque nenhuma escola segurava o filho até o fim da tarde. A família que roda a cidade a semana inteira: fono num bairro, psicólogo em outro, terapia ocupacional em outro, e a criança chegando irritada em cada um. A multa na porta da escola porque o pai desceu do carro pra buscar o filho. E a pergunta que toda família atípica faz baixinho: quem vai cuidar dele quando eu não estiver mais aqui?
A proposta
- Embarque Atípico Seguro: Parada garantida em frente a escolas, hospitais e clínicas, sem multa.
Ver como funciona
Na porta de muita escola, hospital e clínica só existe faixa de proibido estacionar. A criança autista não consegue ir sozinha até o carro, e o pai não pode descer pra buscar, porque seria multado. A proposta cria um ponto de parada garantido na frente desses lugares, e a família fica livre da multa, todos os dias. O Estado faz valer a regra nas escolas e hospitais estaduais e leva a mesma regra, junto com as prefeituras, pras ruas e pro rotativo de cada cidade.
- Polos Integrados: Neuropediatra, fono, psicólogo e terapeuta ocupacional no mesmo lugar. O tratamento inteiro num endereço só.
Ver como funciona
Hoje a família roda a cidade: fono num bairro, psicólogo em outro, terapia ocupacional em outro, cada um num horário, e a criança chega irritada em todos. O polo integrado junta o laudo e todas as terapias num único endereço, em Curitiba e região metropolitana e nas principais cidades do Paraná, pra ninguém precisar se deslocar entre vários lugares.
- Centros de Respiro: Um lugar seguro, com profissionais especializados, pra deixar o filho enquanto a mãe, o pai ou o responsável trabalha, vai ao médico ou descansa.
Ver como funciona
Quem cuida de uma pessoa autista o dia inteiro adoece junto. O Centro de Respiro tem equipe preparada pra atender com segurança, e cada família ganha um número de horas por mês pra usar quando precisar: uma consulta, um turno de trabalho, uma tarde de descanso.
- Depois de Nós: Moradia assistida pra o adulto autista viver com dignidade quando os pais não puderem mais cuidar.
Ver como funciona
Imóveis públicos sem uso viram moradias assistidas, onde adultos autistas vivem em comunidade, com rotina, cuidadores e enfermagem financiados pelo Estado. Pra pergunta 'e depois de nós?' ter uma resposta enquanto os pais ainda estão aqui pra escolher.
Quem ganha com isso: Mães e pais atípicos, crianças e adultos com autismo e outras neurodivergências.
Tenho uma sugestão para este eixo →“Eu não preciso da política para viver. Eu preciso que a minha vitória sirva para alguém.”
Rosângela Rosa · Nega Rô
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- Cada sugestão é lida por gente de verdade.
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- As melhores ideias viram proposta do mandato.
Da periferia pro Paraná inteiro. Fé · Família · Trabalho.
